Hit me!

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Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Qui Out 22, 2015 5:21 pm


I can take you there
Hold on, take a minute, love, cause I ain't trying to mess your image up like we mess around in triple cuffs. Stumble 'round town, pull your zipper up.


Olhos fechados, batimentos cardíacos divergentes, sensação de estar no paraíso, lábio preso entre os dentes: Quatro sensações, quatro sintomas. Não tinha mais volta, desde aquele dia, no saguão do hotel. Era amor.

O frescor causado pelas gotículas de água salgada correndo por meu corpo era bom, muito bom. Mas, havia uma outra sensação ainda melhor, a qual esmagava qualquer outra coisa no momento. A sensação de estar de frente, pela primeira vez na vida, para o caminho certo. Sabe aquela vontade de correr por ai? De gritar, de fazer algo que, aos olhos de um leigo, não faria o menor sentido? Se você não sabe, minhas sinceras lamentações. Aqui vai uma coisa besta, mas com um profundo sentido: Todos deveriam saber o que é amar. O que é sentir o peito invadido por um nada que ao mesmo tempo era, é, tudo. Confuso? Muito, mas, pode crer: É a melhor coisa do mundo. Shannon deixara claro que aquilo, minha condição, não afetava-lhe de maneira alguma. Para não ser leviana e negar que acreditava naquilo completamente, posso dizer que ainda tinha certo receio em uma má reação vinda dela. Também estaria sendo desonesta se dissesse que o seu sorriso, aberto de uma forma puramente reconfortante - mais ainda sim um sorriso - me fizera bem de imediato. Servira, na verdade, para causar um holocausto. Era como se estivessem me queimando para algum sacrifício hebreu. As palavras, definições e qualquer outro artigo para expor o que eu sentia era completamente inválido. Eram coisas de mais para por em palavras. E o que tínhamos a fazer? A resposta era bem simples, e, a poucos segundos atrás, tínhamos dado o ponta-pé inicial.

Sentir.

Seu corpo moldou-se ao meu, após a retirada com intenções curiosas para com o meio de minhas pernas. Meus ombros teimaram em baixar, mas em seguida de suas palavras, tive a deixa de que poderia ser confiante com aquela loura. Em um momento de distorção daquela realidade, ergui o rosto para cima. Encarei o céu, como se pudesse ver além da camada perfeita colorida em um tom de azul claro, pincelado com uma diversificação esbranquiçada. Deus, agradeço-te por enviar a mim, este anjo. Posso não ser o melhor de teus filhos, não merecedora de tamanha bondade, mas oferto-lhe minha inteira sinceridade quanto ao agradecimento. Não só por ela, mas por toda a felicidade e boas sensações que vieram junto. Baixei o rosto, encarando as íris azuladas em completa atenção. — Eu não sei bem o que dizer. — com as costas da mão direita, toquei a lateral de seu rosto, querendo mais algum contato. Nunca seria o bastante. Um sorriso morno tomara posse de meus lábios, encurvando-os tranquilamente. — ... Só... Eu não esperava essa reação, e talvez por isso, não tinha planos de contar. Mas não seria justo. Você precisava saber, antes de tudo começar. Antes de um arrependimento. — meu polegar apossou-se de seu queixo em um gesto delicado, e furtivo. Queria seus olhos em mim, também. Dei-lhe um selinho, voltando a dar uma mordida em seu lábio.

Maldita hora em que o fiz.

O gosto dos lábios de Shannon eram como heroína para uma viciada, que no caso, tratava-se de mim. O paraíso não pode existir, caso o inferno também não venha junto. Aquela garota havia sido moldada por deuses, mas implementada com a magnificência de demônios. Ela era o ápice da fatalidade, e por Deus!, ainda era uma adolescente. O que será dos meros mundanos ao seu redor, quando atingir a idade adulta? O que será de mim? Umideci os lábios com a ponta da língua, afastando os pensamentos, focando nela, parada, esperando por algum tipo de resposta. — Isso soa bom, mas, não sei se adiantaria, sabendo que não muito distante você estaria, sem essas roupas e debaixo do chuveiro. — um sorriso maroto mostrou-se sujeito para o momento, onde tratei de recolocar a camisa xadrez em meu corpo. Reaproximei-me de Shannon, selando os lábios aos dela, tomando sua mão livre na minha, uma outra vez. Fiz o movimento indicando que voltaríamos para sua casa, tendo uma ideia. Esperei que caminhássemos de volta em um silêncio confortável, aproveitando aquele momento. Não muito depois, chegamos em frente a mansão.

— Vamos fazer o seguinte... Eu vou para casa, tomo banho, e volto a noite. A gente sai pra comer alguma coisa, e depois toma sorvete. O que acha? — olhei para os lados, na esperança de que seu pai não estivesse nos observando de algum ponto estratégico com alguma espingarda ou metralhadora de elite. Estava jovem de mais para acabar morta por querer levar a filha de um assassino em um encontro. — Não sei se você viu, mas no dia que ajudei seu irmão, deixei meu número anotado em um pedaço de papel e coloquei em seu livro de matemática, quando me ofereci para ajudar. Então você me liga e diz se vai ou não, certo? — me inclinei, beijando sua bochecha. Toquei sua cintura, apertando-lhe sutilmente. — Espero que vá. — me afastei, ainda podendo sentir o seu cheiro mexer com cada célula do meu corpo. Eu tinha que ir, ou, acabaria me perdendo no meio do caminho. Nela.



I just wanna look good for you.


Última edição por Dianna G. Overwhelming em Qui Out 22, 2015 6:42 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Qui Out 22, 2015 5:59 pm


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Olhos fechados, batimentos cardíacos divergentes, sensação de estar no paraíso, lábio preso entre os dentes: Quatro sensações, quatro sintomas. Não tinha mais volta, desde aquele dia, no saguão do hotel. Era amor.

O frescor causado pelas gotículas de água salgada correndo por meu corpo era bom, muito bom. Mas, havia uma outra sensação ainda melhor, a qual esmagava qualquer outra coisa no momento. A sensação de estar de frente, pela primeira vez na vida, para o caminho certo. Sabe aquela vontade de correr por ai? De gritar, de fazer algo que, aos olhos de um leigo, não faria o menor sentido? Se você não sabe, minhas sinceras lamentações. Aqui vai uma coisa besta, mas com um profundo sentido: Todos deveriam saber o que é amar. O que é sentir o peito invadido por um nada que ao mesmo tempo era, é, tudo. Confuso? Muito, mas, pode crer: É a melhor coisa do mundo. Shannon deixara claro que aquilo, minha condição, não afetava-lhe de maneira alguma. Para não ser leviana e negar que acreditava naquilo completamente, posso dizer que ainda tinha certo receio em uma má reação vinda dela. Também estaria sendo desonesta se dissesse que o seu sorriso, aberto de uma forma puramente reconfortante - mais ainda sim um sorriso - me fizera bem de imediato. Servira, na verdade, para causar um holocausto. Era como se estivessem me queimando para algum sacrifício hebreu. As palavras, definições e qualquer outro artigo para expor o que eu sentia era completamente inválido. Eram coisas de mais para por em palavras. E o que tínhamos a fazer? A resposta era bem simples, e, a poucos segundos atrás, tínhamos dado o ponta-pé inicial.

Sentir.

Seu corpo moldou-se ao meu, após a retirada com intenções curiosas para com o meio de minhas pernas. Meus ombros teimaram em baixar, mas em seguida de suas palavras, tive a deixa de que poderia ser confiante com aquela loura. Em um momento de distorção daquela realidade, ergui o rosto para cima. Encarei o céu, como se pudesse ver além da camada perfeita colorida em um tom de azul claro, pincelado com uma diversificação esbranquiçada. Deus, agradeço-te por enviar a mim, este anjo. Posso não ser o melhor de teus filhos, não merecedora de tamanha bondade, mas oferto-lhe minha inteira sinceridade quanto ao agradecimento. Não só por ela, mas por toda a felicidade e boas sensações que vieram junto. Baixei o rosto, encarando as íris azuladas em completa atenção. — Eu não sei bem o que dizer. — com as costas da mão direita, toquei a lateral de seu rosto, querendo mais algum contato. Nunca seria o bastante. Um sorriso morno tomara posse de meus lábios, encurvando-os tranquilamente. — ... Só... Eu não esperava essa reação, e talvez por isso, não tinha planos de contar. Mas não seria justo. Você precisava saber, antes de tudo começar. Antes de um arrependimento. — meu polegar apossou-se de seu queixo em um gesto delicado, e furtivo. Queria seus olhos em mim, também. Dei-lhe um selinho, voltando a dar uma mordida em seu lábio.

Maldita hora em que o fiz.

O gosto dos lábios de Shannon eram como heroína para uma viciada, que no caso, tratava-se de mim. O paraíso não pode existir, caso o inferno também não venha junto. Aquela garota havia sido moldada por deuses, mas implementada com a magnificência de demônios. Ela era o ápice da fatalidade, e por Deus!, ainda era uma adolescente. O que será dos meros mundanos ao seu redor, quando atingir a idade adulta? O que será de mim? Umideci os lábios com a ponta da língua, afastando os pensamentos, focando nela, parada, esperando por algum tipo de resposta. — Isso soa bom, mas, não sei se adiantaria, sabendo que não muito distante você estaria, sem essas roupas e debaixo do chuveiro. — um sorriso maroto mostrou-se sujeito para o momento, onde tratei de recolocar a camisa xadrez em meu corpo. Reaproximei-me de Shannon, selando os lábios aos dela, tomando sua mão livre na minha, uma outra vez. Fiz o movimento indicando que voltaríamos para sua casa, tendo uma ideia. Esperei que caminhássemos de volta em um silêncio confortável, aproveitando aquele momento. Não muito depois, chegamos em frente a mansão.

— Vamos fazer o seguinte... Eu vou para casa, tomo banho, e volto a noite. A gente sai pra comer alguma coisa, e depois toma sorvete. O que acha? — olhei para os lados, na esperança de que seu pai não estivesse nos observando de algum ponto estratégico com alguma espingarda ou metralhadora de elite. Estava jovem de mais para acabar morta por querer levar a filha de um assassino em um encontro. — Não sei se você viu, mas no dia que ajudei seu irmão, deixei meu número anotado em um pedaço de papel e coloquei em seu livro de matemática, quando me ofereci para ajudar. Então você me liga e diz se vai ou não, certo? — me inclinei, beijando sua bochecha. Toquei sua cintura, apertando-lhe sutilmente. — Espero que vá. — me afastei, ainda podendo sentir o seu cheiro mexer com cada célula do meu corpo. Eu tinha que ir, ou, acabaria me perdendo no meio do caminho. Nela.





Última edição por Dianna G. Overwhelming em Qui Out 22, 2015 6:43 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Qui Out 22, 2015 6:37 pm




Olhos fechados, batimentos cardíacos divergentes, sensação de estar no paraíso, lábio preso entre os dentes: Quatro sensações, quatro sintomas. Não tinha mais volta, desde aquele dia, no saguão do hotel. Era amor.

O frescor causado pelas gotículas de água salgada correndo por meu corpo era bom, muito bom. Mas, havia uma outra sensação ainda melhor, a qual esmagava qualquer outra coisa no momento. A sensação de estar de frente, pela primeira vez na vida, para o caminho certo. Sabe aquela vontade de correr por ai? De gritar, de fazer algo que, aos olhos de um leigo, não faria o menor sentido? Se você não sabe, minhas sinceras lamentações. Aqui vai uma coisa besta, mas com um profundo sentido: Todos deveriam saber o que é amar. O que é sentir o peito invadido por um nada que ao mesmo tempo era, é, tudo. Confuso? Muito, mas, pode crer: É a melhor coisa do mundo. Shannon deixara claro que aquilo, minha condição, não afetava-lhe de maneira alguma. Para não ser leviana e negar que acreditava naquilo completamente, posso dizer que ainda tinha certo receio em uma má reação vinda dela. Também estaria sendo desonesta se dissesse que o seu sorriso, aberto de uma forma puramente reconfortante - mais ainda sim um sorriso - me fizera bem de imediato. Servira, na verdade, para causar um holocausto. Era como se estivessem me queimando para algum sacrifício hebreu. As palavras, definições e qualquer outro artigo para expor o que eu sentia era completamente inválido. Eram coisas de mais para por em palavras. E o que tínhamos a fazer? A resposta era bem simples, e, a poucos segundos atrás, tínhamos dado o ponta-pé inicial.

Sentir.

Seu corpo moldou-se ao meu, após a retirada com intenções curiosas para com o meio de minhas pernas. Meus ombros teimaram em baixar, mas em seguida de suas palavras, tive a deixa de que poderia ser confiante com aquela loura. Em um momento de distorção daquela realidade, ergui o rosto para cima. Encarei o céu, como se pudesse ver além da camada perfeita colorida em um tom de azul claro, pincelado com uma diversificação esbranquiçada. Deus, agradeço-te por enviar a mim, este anjo. Posso não ser o melhor de teus filhos, não merecedora de tamanha bondade, mas oferto-lhe minha inteira sinceridade quanto ao agradecimento. Não só por ela, mas por toda a felicidade e boas sensações que vieram junto. Baixei o rosto, encarando as íris azuladas em completa atenção. — Eu não sei bem o que dizer. — com as costas da mão direita, toquei a lateral de seu rosto, querendo mais algum contato. Nunca seria o bastante. Um sorriso morno tomara posse de meus lábios, encurvando-os tranquilamente. — ... Só... Eu não esperava essa reação, e talvez por isso, não tinha planos de contar. Mas não seria justo. Você precisava saber, antes de tudo começar. Antes de um arrependimento. — meu polegar apossou-se de seu queixo em um gesto delicado, e furtivo. Queria seus olhos em mim, também. Dei-lhe um selinho, voltando a dar uma mordida em seu lábio.

Maldita hora em que o fiz.

O gosto dos lábios de Shannon eram como heroína para uma viciada, que no caso, tratava-se de mim. O paraíso não pode existir, caso o inferno também não venha junto. Aquela garota havia sido moldada por deuses, mas implementada com a magnificência de demônios. Ela era o ápice da fatalidade, e por Deus!, ainda era uma adolescente. O que será dos meros mundanos ao seu redor, quando atingir a idade adulta? O que será de mim? Umideci os lábios com a ponta da língua, afastando os pensamentos, focando nela, parada, esperando por algum tipo de resposta. — Isso soa bom, mas, não sei se adiantaria, sabendo que não muito distante você estaria, sem essas roupas e debaixo do chuveiro. — um sorriso maroto mostrou-se sujeito para o momento, onde tratei de recolocar a camisa xadrez em meu corpo. Reaproximei-me de Shannon, selando os lábios aos dela, tomando sua mão livre na minha, uma outra vez. Fiz o movimento indicando que voltaríamos para sua casa, tendo uma ideia. Esperei que caminhássemos de volta em um silêncio confortável, aproveitando aquele momento. Não muito depois, chegamos em frente a mansão.

— Vamos fazer o seguinte... Eu vou para casa, tomo banho, e volto a noite. A gente sai pra comer alguma coisa, e depois toma sorvete. O que acha? — olhei para os lados, na esperança de que seu pai não estivesse nos observando de algum ponto estratégico com alguma espingarda ou metralhadora de elite. Estava jovem de mais para acabar morta por querer levar a filha de um assassino em um encontro. — Não sei se você viu, mas no dia que ajudei seu irmão, deixei meu número anotado em um pedaço de papel e coloquei em seu livro de matemática, quando me ofereci para ajudar. Então você me liga e diz se vai ou não, certo? — me inclinei, beijando sua bochecha. Toquei sua cintura, apertando-lhe sutilmente. — Espero que vá. — me afastei, ainda podendo sentir o seu cheiro mexer com cada célula do meu corpo. Eu tinha que ir, ou, acabaria me perdendo no meio do caminho. Nela.



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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Qui Out 22, 2015 7:03 pm


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Última edição por Dianna G. Overwhelming em Sab Out 31, 2015 3:49 am, editado 2 vez(es)
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Qui Out 22, 2015 8:45 pm

i believe there's love in you;
Grid locked on the dusty avenues, Inside your heart, just afraid to go. I am more then innocent, but just take a chance and let me in and I'll show u ways that you don't know.
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Sab Out 24, 2015 2:09 pm

you're my only reason;

Não tenho o seu dom para por-me em palavras, definir momentos ou rabiscar o amor em pequenas linhas, mas posso mostrar-lhe que posso ser o seu transbordar de intensidade. Posso ser a ponte que te liga ao mistério do que é jogar-se no mar do amor, e ser levada pelas ondas, levada pela brisa tranquila ou pela tempestade, até onde eu estarei, sempre pronta para apanhar-lhe em meus pequenos braços, mas fortes o suficiente para segurar o meu mundo. Para segurar você. Estas são minhas palavras para você saiba um pouco do que sinto. Mas, logo abaixo deixo-te um trecho buscado - se minha falha memória não faça-se traiçoeira agora - de sua escritora favorita. Achei tão nosso, e mesmo que já possa - tenho quase certeza de que sim - conhecer, sinto-me apta a compartilhá-lo.

Clarice Lispector escreveu:Não me lembro mais qual foi nosso começo. Sei que não começamos pelo começo. Já era amor antes de ser.

Para cada um destino: um encontro. E eu encontrei você para nunca mais perder. 21 dias.

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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Seg Out 26, 2015 9:18 pm

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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Sab Out 31, 2015 3:52 am


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O frescor causado pelas gotículas de água salgada correndo por meu corpo era bom, muito bom. Mas, havia uma outra sensação ainda melhor, a qual esmagava qualquer outra coisa no momento. A sensação de estar de frente, pela primeira vez na vida, para o caminho certo. Sabe aquela vontade de correr por ai? De gritar, de fazer algo que, aos olhos de um leigo, não faria o menor sentido? Se você não sabe, minhas sinceras lamentações. Aqui vai uma coisa besta, mas com um profundo sentido: Todos deveriam saber o que é amar. O que é sentir o peito invadido por um nada que ao mesmo tempo era, é, tudo. Confuso? Muito, mas, pode crer: É a melhor coisa do mundo. Shannon deixara claro que aquilo, minha condição, não afetava-lhe de maneira alguma. Para não ser leviana e negar que acreditava naquilo completamente, posso dizer que ainda tinha certo receio em uma má reação vinda dela. Também estaria sendo desonesta se dissesse que o seu sorriso, aberto de uma forma puramente reconfortante - mais ainda sim um sorriso - me fizera bem de imediato. Servira, na verdade, para causar um holocausto. Era como se estivessem me queimando para algum sacrifício hebreu. As palavras, definições e qualquer outro artigo para expor o que eu sentia era completamente inválido. Eram coisas de mais para por em palavras. E o que tínhamos a fazer? A resposta era bem simples, e, a poucos segundos atrás, tínhamos dado o ponta-pé inicial.

Sentir.

Seu corpo moldou-se ao meu, após a retirada com intenções curiosas para com o meio de minhas pernas. Meus ombros teimaram em baixar, mas em seguida de suas palavras, tive a deixa de que poderia ser confiante com aquela loura. Em um momento de distorção daquela realidade, ergui o rosto para cima. Encarei o céu, como se pudesse ver além da camada perfeita colorida em um tom de azul claro, pincelado com uma diversificação esbranquiçada. Deus, agradeço-te por enviar a mim, este anjo. Posso não ser o melhor de teus filhos, não merecedora de tamanha bondade, mas oferto-lhe minha inteira sinceridade quanto ao agradecimento. Não só por ela, mas por toda a felicidade e boas sensações que vieram junto. Baixei o rosto, encarando as íris azuladas em completa atenção. — Eu não sei bem o que dizer. — com as costas da mão direita, toquei a lateral de seu rosto, querendo mais algum contato. Nunca seria o bastante. Um sorriso morno tomara posse de meus lábios, encurvando-os tranquilamente. — ... Só... Eu não esperava essa reação, e talvez por isso, não tinha planos de contar. Mas não seria justo. Você precisava saber, antes de tudo começar. Antes de um arrependimento. — meu polegar apossou-se de seu queixo em um gesto delicado, e furtivo. Queria seus olhos em mim, também. Dei-lhe um selinho, voltando a dar uma mordida em seu lábio.

Maldita hora em que o fiz.

O gosto dos lábios de Shannon eram como heroína para uma viciada, que no caso, tratava-se de mim. O paraíso não pode existir, caso o inferno também não venha junto. Aquela garota havia sido moldada por deuses, mas implementada com a magnificência de demônios. Ela era o ápice da fatalidade, e por Deus!, ainda era uma adolescente. O que será dos meros mundanos ao seu redor, quando atingir a idade adulta? O que será de mim? Umideci os lábios com a ponta da língua, afastando os pensamentos, focando nela, parada, esperando por algum tipo de resposta. — Isso soa bom, mas, não sei se adiantaria, sabendo que não muito distante você estaria, sem essas roupas e debaixo do chuveiro. — um sorriso maroto mostrou-se sujeito para o momento, onde tratei de recolocar a camisa xadrez em meu corpo. Reaproximei-me de Shannon, selando os lábios aos dela, tomando sua mão livre na minha, uma outra vez. Fiz o movimento indicando que voltaríamos para sua casa, tendo uma ideia. Esperei que caminhássemos de volta em um silêncio confortável, aproveitando aquele momento. Não muito depois, chegamos em frente a mansão.

— Vamos fazer o seguinte... Eu vou para casa, tomo banho, e volto a noite. A gente sai pra comer alguma coisa, e depois toma sorvete. O que acha? — olhei para os lados, na esperança de que seu pai não estivesse nos observando de algum ponto estratégico com alguma espingarda ou metralhadora de elite. Estava jovem de mais para acabar morta por querer levar a filha de um assassino em um encontro. — Não sei se você viu, mas no dia que ajudei seu irmão, deixei meu número anotado em um pedaço de papel e coloquei em seu livro de matemática, quando me ofereci para ajudar. Então você me liga e diz se vai ou não, certo? — me inclinei, beijando sua bochecha. Toquei sua cintura, apertando-lhe sutilmente. — Espero que vá. — me afastei, ainda podendo sentir o seu cheiro mexer com cada célula do meu corpo. Eu tinha que ir, ou, acabaria me perdendo no meio do caminho. Nela.




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Re: Hit me!

Mensagem por Shannon Barbara G-Kempner em Sex Nov 20, 2015 3:05 am

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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Sab Nov 21, 2015 2:47 pm


same old love



I'm not spending any time, wasting tonight on you. You know, I've heard it all, so don't you try and change your mind cause I won't be changing too, you know. You can't believe, still can't believe it, you left in peace, left me in pieces, too hard to breathe, I'm on my knees right now.

Alívio era exatamente o que eu sentia. O banho havia relaxado cada célula do meu corpo, deixando-me livre de toda a tensão que tinha acumulado perante as aulas enfrentadas no dia, somando a monitoria enfadonha em seguida. Usava uma camisa azul marinho de mangas longas e golas em V, tendo dobrado-as até o cotovelo. Não faziam nem dois minutos que tinha saído do banho e já sentia calor. O visual seguia-se com um short branco mais justo, e um par de all star de cano médio de mesma cor nos pés. O cheiro era o mesmo de sempre, amadeirado e marcante. Isso era o que eu precisava para enfrentar mais algum tempo na biblioteca. Não estava desesperada, como a maioria das pessoas que passavam o ano arrumando confusões ao invés de estudarem. Era apenas dedicação. Hanna não estava no dormitório, provavelmente teria ido encontrar Victoria por ai, já que agora as duas -finalmente - tinham se entendido. Parti em direção ao destino, caminhando tranquilamente em meio ao fluxo de universitários com cara de zumbi, e até mesmo dos que já entravam em processo de degradação, deixando dúvidas sobre seu estado de saúde.

— Erin, preciso daqueles livros que usei a pouco. Estão disponíveis? — questionei a figura jovem do que seria nossa bibliotecária. Para falar a verdade, sempre achava que encontraria uma senhora simpática, sorridente, mas que viraria uma fera caso ouvisse um mínimo barulho na biblioteca. Mas, ali estava uma garota de vinte e quatro anos, voluntária do curso de Biblioteconomia, chamando a atenção de metade dos marmanjos - e de garotas também - toda vez que chegava perto ou mantinha contato, mesmo que para pedir silêncio. Sua resposta fora dada, unida a um sorriso grande. Ela tinha deixado na mesa a qual eu ocupava sempre, empilhados em ordem. — Ah, sim. Obrigada. — agradeci, oferecendo-lhe um curto sorriso. Estranhava tanta atenção vinda de sua parte. Já havia notado que um interesse era demonstrado da parte dela, mas gostava de pensar que era apenas algo de minha cabeça. Ocupei a mesa, prendendo o cabelo em um coque samurai, já pegando o que era necessário. Um bloco de notas maior que o normal, canetas, marca-texto, lápis e claro, o primeiro livro. Ja tinha feito algumas marcações, e bem, precisava transcrever tudo. E assim, algum tempo se passou.

Alguém vinha em minha direção. O ambiente em silêncio era favorável para a percepção do que acontecia. Os passos indicavam que quem quer que fosse, não queria ser notado. Estava para agir, quando o cheiro já conhecido apossara-se de meu olfato, permitindo o reconhecimento automático. Sua voz apenas confirmava o fato, tinha de lidar apenas com o beijo dado em minha nuca. Um ponto fraco. Tinha certeza de que se ainda estivéssemos juntas, aquele beijo teria sido em outro lugar.  — Ora, se não é a nerd mor da Universidade. — abri um sorriso tranquilo, arqueando a sobrancelha esquerda. — O que a Engenheira tem para me mostrar? — perguntei, indicando uma das cadeiras para que ela ocupasse.



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Última edição por Dianna Graeff Ohlweiler em Sab Nov 21, 2015 3:37 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Sab Nov 21, 2015 3:28 pm


same old love



I'm not spending any time, wasting tonight on you. You know, I've heard it all, so don't you try and change your mind cause I won't be changing too, you know. You can't believe, still can't believe it, you left in peace, left me in pieces, too hard to breathe, I'm on my knees right now.

Alívio era exatamente o que eu sentia. O banho havia relaxado cada célula do meu corpo, deixando-me livre de toda a tensão que tinha acumulado perante as aulas enfrentadas no dia, somando a monitoria enfadonha em seguida. Usava uma camisa azul marinho de mangas longas e golas em V, tendo dobrado-as até o cotovelo. Não faziam nem dois minutos que tinha saído do banho e já sentia calor. O visual seguia-se com um short branco mais justo, e um par de all star de cano médio de mesma cor nos pés. O cheiro era o mesmo de sempre, amadeirado e marcante. Isso era o que eu precisava para enfrentar mais algum tempo na biblioteca. Não estava desesperada, como a maioria das pessoas que passavam o ano arrumando confusões ao invés de estudarem. Era apenas dedicação. Hanna não estava no dormitório, provavelmente teria ido encontrar Victoria por ai, já que agora as duas -finalmente - tinham se entendido. Parti em direção ao destino, caminhando tranquilamente em meio ao fluxo de universitários com cara de zumbi, e até mesmo dos que já entravam em processo de degradação, deixando dúvidas sobre seu estado de saúde.

Erin, preciso daqueles livros que usei a pouco. Estão disponíveis? — questionei a figura jovem do que seria nossa bibliotecária. Para falar a verdade, sempre achava que encontraria uma senhora simpática, sorridente, mas que viraria uma fera caso ouvisse um mínimo barulho na biblioteca. Mas, ali estava uma garota de vinte e quatro anos, voluntária do curso de Biblioteconomia, chamando a atenção de metade dos marmanjos - e de garotas também - toda vez que chegava perto ou mantinha contato, mesmo que para pedir silêncio. Sua resposta fora dada, unida a um sorriso grande. Ela tinha deixado na mesa a qual eu ocupava sempre, empilhados em ordem. — Ah, sim. Obrigada. — agradeci, oferecendo-lhe um curto sorriso. Estranhava tanta atenção vinda de sua parte. Já havia notado que um interesse era demonstrado da parte dela, mas gostava de pensar que era apenas algo de minha cabeça. Ocupei a mesa, prendendo o cabelo em um coque samurai, já pegando o que era necessário. Um bloco de notas maior que o normal, canetas, marca-texto, lápis e claro, o primeiro livro. Ja tinha feito algumas marcações, e bem, precisava transcrever tudo. E assim, algum tempo se passou.




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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Dom Nov 22, 2015 3:43 am





hands to myself



I'm not spending any time, wasting tonight on you. You know, I've heard it all, so don't you try and change your mind cause I won't be changing too, you know. You can't believe, still can't believe it, you left in peace, left me in pieces, too hard to breathe, I'm on my knees right now.


Estava mais do que claro o fato de que eu queria ir para um lugar realmente sossegado, sem pessoas fitando-me ou qualquer outra coisa do tipo. Queria aproveitar as férias que já estavam a caminho, onde - finalmente - poderia começar a acordar no horário em que provavelmente teria de ir dormir de novo. O fluxo de pensamentos corria solto, era impossível não cair em um devaneio, quando se tem uma distração a manter. Shannon estava próxima demais, e isso requeria um pouco mais de habilidades preventivas. Não que ela fosse o tipo que se deve evitar, mas, tinha que lidar com sua mudança de comportamento repentina, como havia acontecido a poucos minutos atrás, quando o assunto tivera o foco mudado para uma foda no carro. Era difícil ter de expulsar imagens de uma foda, com ela, não apenas no carro. Argh. Caminhei ao lado da mulher, pescando preguiçosamente a chave do carro do bolso, parando de frente para a porta do motorista, tomando meu lugar. — Você não era preguiçosa desse jeito, e, você sabe... Pode pegar o que quiser. — comentei, olhando-a brevemente, dando a marcha ré. A loura já mantinha-se confortável em seu lugar, o que me fizera cair em outro devaneio ligeiro, onde lembrava-me das voltas que tínhamos dado em meu carro, ou em seu Cheeroke. Um pequeno sorriso se instalou em meus lábios, apurando algo que já tinha certeza, mas que valia relembrar: nada havia acabado. — Como é? Irmãs????? — questionei, dando uma freada um tanto que brusca. O quanto isso poderia soar estranho? Teria uma conversinha com Hanna, mais tarde. Bastava apenas deixar minha diversão acontecer por um momento, um momento bem longo, para então, voltar as peripércias implantadas em meu cérebro. Ainda mais essa. Minha melhor amiga havia virado um tipo de meia-cunhada?! Voltei a dirigir, dessa vez, sem protagonizar um quase trauma leve ao chocar a testa contra o volante, com outra parada daquela.

Ao chegarmos, não havia nem estacionado direito, e a porta do carona já tinha sido aberta, raspando no audi a9 cor de chumbo metálico, fazendo-me trincar os dentes e sair correndo em velocidade recorde, para analisar se algum estrago tinha sido feito. — Deus do céu, quase tive um infarto. Tudo em ordem, bebê. — acariciei a lataria do capô como se fosse um filho. Se tinha uma coisa que eu tinha ciúme dentro daquela casa, era de meus veículos, do videogame, e, claro, da loura que havia saído em disparada para a cozinha. Respirei fundo, ativando o alarme do carro, fazendo meu caminho até a porta dos fundos, dando para a enorme cozinha, enquanto seguia o rastro delicioso da torta de Parminder Pascoalina. As duas já se encontravam em alguma conversa, a qual eu estava completamente alheia. Tinha visto a longa distância as duas dividirem um abraço familiar, para depois manterem-se próximas. Shannon encontrava-se um tanto que encurvada, como se estivesse pronta para se encolher. Eu sabia o que ela estava fazendo. Um sorriso sacana abriu-se por meus lábios, notando que a loura abusava de seus dotes teatrais para conseguir o alimento. E lá estava Paz, dispondo-lhe uma fatia generosa de sua famosa torta. — Non rientrano, per i trucchi sua, madre. Abbiamo un esperto di teatro tra noi. — a naturalidade em que falara o italiano carregado tinha sido imprevisível. Passar o final de semana em Roma havia causado um instinto natural de falar a língua era... Engraçado. Sempre que ia para a Itália, tinha dificuldades para manter o inglês como primeira língua. Tinha perdido a conta de quantas vezes os professores chamaram minha atenção para que não alterasse o idioma, para que entendessem o que estava sendo dito. Outro devaneio! Ao transitar para a realidade, pegara-me com dois pares de olhos azuis me encarando. — O que?? — confusa, pedi uma repetição do que fora dito em apenas olhar para Shannon. Não deveria ter feito. Antes que eu pudesse dizer algo, a própria loura seguira com a conversa, dando uma bela de uma desculpa esfarrapada. Apenas dei de ombros, me aproximando dela, debruçando-me por seu corpo, raptando um pedaço de sua torta.

Subimos para meu quarto depois de um bom tempo com Paz, era bom estar em sua presença, tinha-lhe como a mãe cuja eu sempre quisera ter. Presente, cuidadosa, e não uma atiradora de elite que só liga para trabalho, esquecendo que tem filhos e uma possível casa do outro lado do continente. Depois de fechar a porta, a futura Ohlweiler encaminhava-se para pegar o tal biquíni que tinha comentado mais cedo, sabendo de sua localização, já que era a responsável pela organização de meu closet, enquanto ainda estávamos juntas. Sua pergunta viera direta, sem rodeios, — Talvez, pelo mesmo motivo que você não disse aos seus pais, ou ao Dean. A questão é: Nós terminamos mesmo? Não preciso dizer que é notável essa coisa entre nós, as provocações, e... Eu estou louca, ou tudo está mais intenso? — falei sozinha, apesar de que ela estaria ouvindo, enquanto estava no closet. Acabei por tirar minhas roupas, ali mesmo, ficando apenas com uma boxer branca, e uma regata preta, da Nike que usava para correr, vez ou outra. O que diabos...?!?! Shannon saia do closet apenas com a calcinha do biquíni, com os seios de fora. Ainda jogou uma gracinha. Não era nada que eu já não tenha visto, ou pegado... Chupado. Conhecia cada curva daquele corpo. Tomando de uma respiração profunda, aproximei-me por trás, pegando o biquíni de suas mãos. — Antes... Sugiro que passe filtro solar. Não queremos vê-la vermelha, depois, uh? — apossei-me do frasco em cima da cama, soltando o biquíni para poder passá-lo devidamente. Espalhei-o primeiro por suas costas, quase massageando a região, tendo colado o corpo na traseira da loura. Se ela queria brincar, eu entraria no jogo. Passei para a barriga, espalhando bem por ali, pressionando os dedos contra a pele ao passar por seu baixo ventre, chegando a adentrar um pouco do biquíni, a ponta dos dedos quase . Subi, agora com ambas as mãos, dando atenção ao par de seios deliciosos. Em um movimento bem executado, havia pressionado o membro em seu traseiro, mordiscando seu lóbulo. A tensão sexual havia explodido ali dentro. Ao findar, amarrei o biquíni, abrindo um sorriso maroto ao puxá-la para que virasse, pelo braço. — Vamos?


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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Dom Nov 22, 2015 7:51 pm

no pressure

I'm realizing how much you made a change in my life and I don't wanna spend it with nobody else. Hear me? Don't nobody deserve myself. Never give up a love like this. Finally I found someone that can do me like no other.



Última edição por Dianna Graeff Ohlweiler em Seg Nov 23, 2015 1:32 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Seg Nov 23, 2015 12:55 am

now

I'm realizing how much you made a change in my life and I don't wanna spend it with nobody else. Hear me? Don't nobody deserve myself.

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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Seg Nov 23, 2015 1:26 am

no pressure

I'm realizing how much you made a change in my life and I don't wanna spend it with nobody else. Hear me? Don't nobody deserve myself. Never give up a love like this. Finally I found someone that can do me like no other.

Alívio era exatamente o que eu sentia. O banho havia relaxado cada célula do meu corpo, deixando-me livre de toda a tensão que tinha acumulado perante as aulas enfrentadas no dia, somando a monitoria enfadonha em seguida. Usava uma camisa azul marinho de mangas longas e golas em V, tendo dobrado-as até o cotovelo. Não faziam nem dois minutos que tinha saído do banho e já sentia calor. O visual seguia-se com um short branco mais justo, e um par de all star de cano médio de mesma cor nos pés. O cheiro era o mesmo de sempre, amadeirado e marcante. Isso era o que eu precisava para enfrentar mais algum tempo na biblioteca. Não estava desesperada, como a maioria das pessoas que passavam o ano arrumando confusões ao invés de estudarem. Era apenas dedicação. Hanna não estava no dormitório, provavelmente teria ido encontrar Victoria por ai, já que agora as duas -finalmente - tinham se entendido. Parti em direção ao destino, caminhando tranquilamente em meio ao fluxo de universitários com cara de zumbi, e até mesmo dos que já entravam em processo de degradação, deixando dúvidas sobre seu estado de saúde.

Erin, preciso daqueles livros que usei a pouco. Estão disponíveis? — questionei a figura jovem do que seria nossa bibliotecária. Para falar a verdade, sempre achava que encontraria uma senhora simpática, sorridente, mas que viraria uma fera caso ouvisse um mínimo barulho na biblioteca. Mas, ali estava uma garota de vinte e quatro anos, voluntária do curso de Biblioteconomia, chamando a atenção de metade dos marmanjos - e de garotas também - toda vez que chegava perto ou mantinha contato, mesmo que para pedir silêncio. Sua resposta fora dada, unida a um sorriso grande. Ela tinha deixado na mesa a qual eu ocupava sempre, empilhados em ordem. — Ah, sim. Obrigada. — agradeci, oferecendo-lhe um curto sorriso. Estranhava tanta atenção vinda de sua parte. Já havia notado que um interesse era demonstrado da parte dela, mas gostava de pensar que era apenas algo de minha cabeça. Ocupei a mesa, prendendo o cabelo em um coque samurai, já pegando o que era necessário. Um bloco de notas maior que o normal, canetas, marca-texto, lápis e claro, o primeiro livro. Ja tinha feito algumas marcações, e bem, precisava transcrever tudo. E assim, algum tempo se passou.



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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Seg Nov 23, 2015 7:08 pm

just the way you are

She's so beautiful and I tell her everyday. Yeah, I know, I know. When I compliment her she won't believe me and it's so sad to think that she don't see what I see, but every time she asks me, do I look okay.


Venha aqui. — o pedido soou simples, enquanto meu tom de voz tornava-se macio, mas não com aquela delicadeza que te faz suspirar. Era um chamado suave, mas direto. Eu a queria em minha frente. Em seu rosto, a sombra de um sorriso zombeteiro de quem iria recusar o chamado, apenas para mostrar que não era do tipo que obedecia, mas, o arquear da sobrancelha esquerda fizera-me ter certeza de que ela viria. — Você sabe que, caso não viesse, eu iria te buscar, uhn? — o tom era o mesmo, combinando exatamente com o contraste de pele na pele, ao ter pego em sua mão - algumas polegadas maiores que a minha. Sua curiosidade chegava a ser engraçada. Em um som imaginário, poderia ouvir os maquinários de seus neurônios trabalhando furiosamente para tentar, quem sabe, adivinhar sobre o que estava prestes a ser feito. E poderia ser descoberto sem o menor esforço, bastava apenas uma lida na conversa de um aplicativo social, tida a horas mais cedo.

Um pouco para trás... Isso. Ai. — falei, ao puxar seu corpo um pouco mais para trás, de forma em que pudesse se encaixar inteiramente no espelho que cobria o reflexo de todo o seu corpo - e do meu também. Os pensamentos corriam em direção ao óbvio daquele momento: clichê.Provavelmente isso soará como o mais clichê de todas as coisas, mas... Só... Tente enxergar o que vou dizer. Não ouvir, ou tentar pensar o contrário. Só veja. Mesmo achando que não, faça esse esforço, sim? — o sorriso amarelo refletia o quanto eu estava sem graça com aquilo, mas que completaria todas as ações. Por ela. Encontrava-me ao lado dela, olhando-a pelo reflexo. Era irônico a forma em como éramos diferentes. Eu tinha as minhas proporções, as de certo e errado. De não, sim, ou talvez. Assim como a figura próxima. — Emily. — o castanho-avermelhado condensado de meus olhos subiram até encontrar as íris claras, em um tom misto; era a junção do verde, com o castanho e o dourado. — Intensidade. — entoei a primeira palavra ainda com o tom leve, mas uma oitava mais forte. — Tudo o que você faz, contém intensidade. Já percebeu como as pessoas tentam argumentar contra você, quando impõe contrariedade ao que foi dito? É por que, você, é nerd. E mais do quê isso. Você sabe o que está dizendo. — desviei os olhos, fitando a mim mesma. Quantas vezes não já tínhamos discutido, por que ela estava certa de algo que eu não tinha percebido, ainda? Ou pelas vezes em que a demora de enviar uma resposta tinha-nos causado sorrisos idiotas, apesar da raiva inerente de ter esperado um pouco para saber o que eu responderia? — Medo, ou, insegurança. As duas coisas, não? — voltei a olhá-la nos olhos, um pouco mais a frente de si, ainda observando seus olhos através do reflexo. — A vida é algo totalmente inesperado, mas não é o que todo mundo diz. Eu costumo pensar muito, como você já deve ter percebido. E em um dia, eu cheguei a uma conclusão: Não é o destino que molda as coisas, que traça caminhos ou sugere que tudo pode ser extremamente difícil, ou fácil demais. É você. As coisas acontecem, por que queremos que assim seja. Se você sabe que não deve atravessar a rua sem olhar os dois lados, por que teimaria em olhar só para um, e seguir caminho? Existem possibilidades, e somos nós a escolhermos o que fazer. Se você quer chegar bem do outro lado da rua, é só olhar para o lado que faltou, e ter a certeza de que o caminho é livre. — um suspiro escapou de meus lábios, como um ruído produzido naturalmente em um ambiente silencioso. Tinha tentado dar-lhe um exemplo básico de um evento cotidiano, decisivo para a vitalidade. Um, em que uma criança teria medo em fazer sozinha. Este era o ponto em que eu queria chegar. — Para tudo, existem coisas que podem facilitar a sua decisão. Neste caso, se alguém te desse a mão, seria mais seguro, não é? Ter alguém te guiando até o fim. — aproximei-me o bastante para tomar sua mão esquerda entre a minha direita, entrelaçando os dedos. Apesar da diferença nítida de tamanhos, era ainda mais claro que aquele toque, era o meu preferido. — Eu estou aqui para você, para segurar sua mão sempre que quiser chegar ao outro lado. Eu não soltarei por nada nesse mundo. Mas, você tem outras pessoas. Tem a sua mãe, a sua madrinha, e suas amigas. Em alguns momentos, pode parecer que uma dessas pessoas não dá a devida importância, mas... Quem é que se mantém ligado cem por cento do tempo? Temos nossos próprios dilemas, e é preciso lidar com eles, para poder chegar em outra pessoa. Você não pode me dar atenção, se algo te incomoda. O ponto é: você também pode ser a sua guia. O simples gesto de querer olhar para os dois lados, mostra que você é decidida a continuar viva. Que quer estar segura. Que não vai sentir medo. Só que, o medo não é algo a se repudiar. É normal. Humano. Significa que você teme algo o suficiente, para que se torne importante. Eu tenho medo de te perder, então, eu olho para os dois lados antes de atravessar. A rua, uma situação, ou qualquer coisa que possa me separar de você. — sabe o engraçado? Eu nunca fui de falar muito. Era uma característica fixa. Todos que me conheciam, sabiam do jeito quieto e observador, misterioso a certo ponto, mas de poucas palavras. E lá estava, um conjunto de palavras jogadas em cima do ventilador.

Respirei fundo, buscando uma ordem para o fluxo dos meus próprios gestos e pensamentos. — Sarcasmo. Isso é um modo de defesa, acho que todos sabem. Se você é sarcástica, está deixando claro que alguma coisa na posição contrária esta te incomodando. Na maioria das vezes, isso é um bônus para a pessoa próxima. É a demonstração perfeita de que ela está conseguindo mexer com você, de alguma forma. Vendo assim, não é algo muito bom, hm? — um meio sorriso foi oferecido para a menina alta, calada, enquanto fitava a própria imagem em silêncio absoluto. Já não mais segurava sua mão, estava ainda ao seu lado, mas apenas isso. — Romantismo. — virei-me de lado, clicando a tela do iPhone nada moderno, bem em cima do triângulo virado de lado, simbolizando o play. Logo o silêncio foi quebrado pela melodia baixa de Just The Way You Are, em uma versão feminina, e acústica. — O romantismo já não existe mais. É algo mantido apenas no consciente de um grupo exato de certas pessoas. Para minha sorte, você faz parte deste grupo, mas não totalmente. Para você, o integrante dele, é Hunter. Uma figura poética a qual é usada para demonstrar o seu talento para a escrita, para unir palavras e sentimentos em uma única parte, deixada em um pedaço de papel, ou tela de computador. Gostaria de que tentasse extinguir Hunter, e passasse a assumir-se Emily. O verdadeiro eu-lírico por trás de uma enxurrada de paixão. Esta é você. Uma boba apaixonada, com medo do que pode acontecer, achando que não tem controle da situação, ou que não sabe quem é. — agora, estava virada de frente para ela. Para Emily. A minha Emily. — Você tem tudo na palma da mão. Controle, segurança, força. — voltei a aproximar-me dela. Agora, queria um momento ainda mais íntimo. Atrás dela, mesmo que não pudesse me ver, a faria me sentir. — Não desvie os olhos do espelho. — logo estava erguendo a barra de sua camiseta, expondo parte de seu tronco. Sabia que haveria alguma resistência, mas havia feito rápido o suficiente para tirar a peça fora de seu corpo, e deixá-la despida, usando apenas um sutiã. Meus olhos cobriam cada pedaço de pele, sem nenhuma malícia. Era apenas uma visualização da garota a qual eu queria que visse a mesma coisa que eu via. — Olhe. — passei a ponta dos dedos por sua barriga, aparecendo um pouco ao lado, no reflexo do espelho, olhando para onde eu tocava. — Você é perfeita. — murmurei, firme, os olhos procurando os dela. — Não é difícil de ver isso. Não é difícil você largar suas inseguranças, ou os seus medos. Você é linda. — digo, subindo as mãos até cobrir os seios envoltos pelo tecido do sutiã, puxando-o para baixo. A malícia estava longe daquele momento. — Veja a si mesma. Existem pessoas no mundo, querendo ser exatamente assim. Ter um par de seios fartos, uma barriga lisinha, ou mais cheia. Pense nas mulheres cancerígenas. As que dariam tudo para ter ao menos um dos seios, e você tem dois. Esqueça o bullying, esqueça o que pensam coisas sobre você. Lembre-se apenas disto. Lembre-se das pessoas que passam fome, e gostariam de ter essa barriga cheia, sinônimo de comida na mesa. — voltei a mover as mãos, levando-as até o cós da calça jeans, encontrando o botão, tirando-o da casa, baixando o zíper para baixa-la por suas longas pernas junto da calcinha. Passado um momento em silêncio, apenas observando o corpo recém exposto, voltei a olhar em seus olhos. — Você, Emily, é a coisa mais bonita desse mundo. Com todos os seus medos, inseguranças, incertezas. Sendo o neném da mamãe, e a garota que eu amo. Você é única. E cada parte do seu corpo grita isso. — toquei sua cintura com o máximo de delicadeza que tinha, mas ainda de forma firme. Ela não era algo que pudesse se quebrar ao ter um toque mais rude. Ela suportaria. Eu a ajudaria a suportar. — Você é tudo, um conjunto de erros e acertos, é a beleza, é essência, é o pudor, é carência, a solidão. É a humanidade. Você é a margem de todas as coisas. Então, seja tudo isso. Seja o universo, seja as estrelas, seja o infinito. — deixei-a, ficando, novamente, um pouco mais atrás. — Essa é você.



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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Qua Nov 25, 2015 8:35 pm



I think I'm in love again

I think I'm in love again. My head, yeah you're in my head, I didn't think that it would be true. Let alone that it would be you. In my dreams you're the dutch and I'm the dutchess and your blunts are always loose so I'm in charge of rollin' dutches.

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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Ter Dez 01, 2015 4:59 pm



You look like my next mistake
Love’s a game, wanna play? New money, suit and tie, I can read you like a magazine. Ain't it funny? Rumors fly and I know you heard about me. So hey, let's be friends, I'm dying to see how this one ends. Grab your passport and my hand, I can make the bad guys good for a weekend.
Respirei fundo, buscando uma ordem para o fluxo dos meus próprios gestos e pensamentos. — Sarcasmo. Isso é um modo de defesa, acho que todos sabem. Se você é sarcástica, está deixando claro que alguma coisa na posição contrária esta te incomodando. Na maioria das vezes, isso é um bônus para a pessoa próxima. É a demonstração perfeita de que ela está conseguindo mexer com você, de alguma forma. Vendo assim, não é algo muito bom, hm? — um meio sorriso foi oferecido para a menina alta, calada, enquanto fitava a própria imagem em silêncio absoluto. Já não mais segurava sua mão, estava ainda ao seu lado, mas apenas isso. — Romantismo. — virei-me de lado, clicando a tela do iPhone nada moderno, bem em cima do triângulo virado de lado, simbolizando o play. Logo o silêncio foi quebrado pela melodia baixa de Just The Way You Are, em uma versão feminina, e acústica. — O romantismo já não existe mais. É algo mantido apenas no consciente de um grupo exato de certas pessoas. Para minha sorte, você faz parte deste grupo, mas não totalmente. Para você, o integrante dele, é Hunter. Uma figura poética a qual é usada para demonstrar o seu talento para a escrita, para unir palavras e sentimentos em uma única parte, deixada em um pedaço de papel, ou tela de computador. Gostaria de que tentasse extinguir Hunter, e passasse a assumir-se Emily. O verdadeiro eu-lírico por trás de uma enxurrada de paixão. Esta é você. Uma boba apaixonada, com medo do que pode acontecer, achando que não tem controle da situação, ou que não sabe quem é. — agora, estava virada de frente para ela. Para Emily. A minha Emily. — Você tem tudo na palma da mão. Controle, segurança, força. — voltei a aproximar-me dela. Agora, queria um momento ainda mais íntimo. Atrás dela, mesmo que não pudesse me ver, a faria me sentir. — Não desvie os olhos do espelho. — logo estava erguendo a barra de sua camiseta, expondo parte de seu tronco. Sabia que haveria alguma resistência, mas havia feito rápido o suficiente para tirar a peça fora de seu corpo, e deixá-la despida, usando apenas um sutiã. Meus olhos cobriam cada pedaço de pele, sem nenhuma malícia. Era apenas uma visualização da garota a qual eu queria que visse a mesma coisa que eu via. — Olhe. — passei a ponta dos dedos por sua barriga, aparecendo um pouco ao lado, no reflexo do espelho, olhando para onde eu tocava. — Você é perfeita. — murmurei, firme, os olhos procurando os dela. — Não é difícil de ver isso. Não é difícil você largar suas inseguranças, ou os seus medos. Você é linda. — digo, subindo as mãos até cobrir os seios envoltos pelo tecido do sutiã, puxando-o para baixo. A malícia estava longe daquele momento. — Veja a si mesma. Existem pessoas no mundo, querendo ser exatamente assim. Ter um par de seios fartos, uma barriga lisinha, ou mais cheia. Pense nas mulheres cancerígenas. As que dariam tudo para ter ao menos um dos seios, e você tem dois. Esqueça o bullying, esqueça o que pensam coisas sobre você. Lembre-se apenas disto. Lembre-se das pessoas que passam fome, e gostariam de ter essa barriga cheia, sinônimo de comida na mesa. — voltei a mover as mãos, levando-as até o cós da calça jeans, encontrando o botão, tirando-o da casa, baixando o zíper para baixa-la por suas longas pernas junto da calcinha. Passado um momento em silêncio, apenas observando o corpo recém exposto, voltei a olhar em seus olhos. — Você, Emily, é a coisa mais bonita desse mundo. Com todos os seus medos, inseguranças, incertezas. Sendo o neném da mamãe, e a garota que eu amo. Você é única. E cada parte do seu corpo grita isso. — toquei sua cintura com o máximo de delicadeza que tinha, mas ainda de forma firme. Ela não era algo que pudesse se quebrar ao ter um toque mais rude. Ela suportaria. Eu a ajudaria a suportar. — Você é tudo, um conjunto de erros e acertos, é a beleza, é essência, é o pudor, é carência, a solidão. É a humanidade. Você é a margem de todas as coisas. Então, seja tudo isso. Seja o universo, seja as estrelas, seja o infinito. — deixei-a, ficando, novamente, um pouco mais atrás. — Essa é você.



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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Sex Dez 04, 2015 3:59 am

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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Dom Dez 13, 2015 1:12 am


avalanche
Words like a loaded gun, shot out from a fire tongue. Love lost from a fight that was won and I can see you breaking down, the end to a falling out.
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Dom Dez 13, 2015 1:39 am


avalanche
Words like a loaded gun, shot out from a fire tongue. Love lost from a fight that was won and I can see you breaking down, the end to a falling out.
Pour voler un cœur, il doit être habilement, doivent être lentement secrètement ne vient pas avec une vengeance, ne atteignent pas le cœur de quelqu'un à la hâte. Doit aborder avec mâcher ses mots, doucement, se en emparer lentement, attentivement. On ne peut pas vous aider à reconnaître qu'il sera volé, en fait, nous devons l'éviter, doucement. Gain cœur de la vérité prend le travail, exige de la patience, ce est comme une courtepointe tissage, se applique un revenu dans une robe, ce est un jardin, se occuper d'un enfant.

Il doit être habilement, avec facilité, de charme, de chaleur et de sincérité. Pour conquérir un cœur certainement avoir du courage et intelligence, mais ne parlent pas de cette intelligence que tout le monde sait que je parle l'habileté des sentiments, qu'il est stocké dans l'âme à tout moment. Lorsque vous voulez vraiment gagner un cœur, il est nécessaire avant que nous avons déjà réussi à conquérir le nôtre, il doit avoir déjà été étudiée en détail, ce qui a déjà été réalisé connaître chaque coin, chaque espace rempli comprendre et accepter chaque espace vacant. .. Et puis, quand enfin ce cœur est gagné quand nous l'avons-nous saisi, sera une partie de quelqu'un qui nous suivront. La moitié de quelqu'un qui sera guidé par nous et nos cœurs va battre à cause de cela un autre cœur.

Ils souffrent hauts et des bas, oui, mais il y aura sûrement des moments, des milliers de moments de joie. Battre de façon irrégulière et souvent savoir pourquoi? Mlle moitié qui ne est pas encore avec nous. Jusqu'à ce qu'un jour, fatigué d'être divisé en deux, ce cœur établit l'autre partie et que quelqu'un volontairement, sans que nous avons besoin de le voler ou le vole livrer moitié nous manquait ... Et ce est ainsi que vous volez un coeur, pas facile? Eh bien, nous volons besoin que d'une moitié, l'autre viendra dans nos mains et être détecté puis voler! Et pourquoi nous trouvons tant de gens pour la vie à l'extérieur qui disent que n'a jamais réussi à aimer quelqu'un ... est simple ... ce est parce qu'ils ne ont pas plus de cœur, ils ont été volés, arraché à sa poitrine, et avec seulement grand amour, elle aura un cœur nouveau, après tout, les cœurs doivent être divisés, et certainement ce grand fossé son amour avec vous.


Can you see me breaking down?
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Seg Dez 21, 2015 6:17 pm


I've been under self-restoration. I've become my own salvation, showing up, no more hiding. The light inside me is bursting, shining. What I've learned is so vital, more than just survival. This is my revival. This is a revival. I'll walk through the fire, I'll begin again. I'll burn through my skin, cause I wanna feel it. Reaching for the truth, not afraid to lose. What shattered through me like a rifle was a revival, I admit, it's been painful. But, I'll be honest, I'm grateful.
I'll burn through my skin

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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Qua Dez 30, 2015 1:21 pm

ohlweiler
we don't have to worry about nothing.
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Dom Jan 10, 2016 4:59 pm

With every single part of me. My love for you is constantly, forever and ever on repeat. I love when we pulling up to that beach, sand down to my feet, sun down, nobody round. Thats one hell of a scene. You rocking my body, don't it sound familar? You take my breath away from me, here's my heart, you got the key. Put that on enternity, I love you to infinity.
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Re: Hit me!

Mensagem por Shannon Barbara G-Kempner em Qua Jan 13, 2016 6:24 pm

Oi, gostosa Cool
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Re: Hit me!

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