Hit me!

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Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Qui Out 22, 2015 5:21 pm

Relembrando a primeira mensagem :


I can take you there
Hold on, take a minute, love, cause I ain't trying to mess your image up like we mess around in triple cuffs. Stumble 'round town, pull your zipper up.


Olhos fechados, batimentos cardíacos divergentes, sensação de estar no paraíso, lábio preso entre os dentes: Quatro sensações, quatro sintomas. Não tinha mais volta, desde aquele dia, no saguão do hotel. Era amor.

O frescor causado pelas gotículas de água salgada correndo por meu corpo era bom, muito bom. Mas, havia uma outra sensação ainda melhor, a qual esmagava qualquer outra coisa no momento. A sensação de estar de frente, pela primeira vez na vida, para o caminho certo. Sabe aquela vontade de correr por ai? De gritar, de fazer algo que, aos olhos de um leigo, não faria o menor sentido? Se você não sabe, minhas sinceras lamentações. Aqui vai uma coisa besta, mas com um profundo sentido: Todos deveriam saber o que é amar. O que é sentir o peito invadido por um nada que ao mesmo tempo era, é, tudo. Confuso? Muito, mas, pode crer: É a melhor coisa do mundo. Shannon deixara claro que aquilo, minha condição, não afetava-lhe de maneira alguma. Para não ser leviana e negar que acreditava naquilo completamente, posso dizer que ainda tinha certo receio em uma má reação vinda dela. Também estaria sendo desonesta se dissesse que o seu sorriso, aberto de uma forma puramente reconfortante - mais ainda sim um sorriso - me fizera bem de imediato. Servira, na verdade, para causar um holocausto. Era como se estivessem me queimando para algum sacrifício hebreu. As palavras, definições e qualquer outro artigo para expor o que eu sentia era completamente inválido. Eram coisas de mais para por em palavras. E o que tínhamos a fazer? A resposta era bem simples, e, a poucos segundos atrás, tínhamos dado o ponta-pé inicial.

Sentir.

Seu corpo moldou-se ao meu, após a retirada com intenções curiosas para com o meio de minhas pernas. Meus ombros teimaram em baixar, mas em seguida de suas palavras, tive a deixa de que poderia ser confiante com aquela loura. Em um momento de distorção daquela realidade, ergui o rosto para cima. Encarei o céu, como se pudesse ver além da camada perfeita colorida em um tom de azul claro, pincelado com uma diversificação esbranquiçada. Deus, agradeço-te por enviar a mim, este anjo. Posso não ser o melhor de teus filhos, não merecedora de tamanha bondade, mas oferto-lhe minha inteira sinceridade quanto ao agradecimento. Não só por ela, mas por toda a felicidade e boas sensações que vieram junto. Baixei o rosto, encarando as íris azuladas em completa atenção. — Eu não sei bem o que dizer. — com as costas da mão direita, toquei a lateral de seu rosto, querendo mais algum contato. Nunca seria o bastante. Um sorriso morno tomara posse de meus lábios, encurvando-os tranquilamente. — ... Só... Eu não esperava essa reação, e talvez por isso, não tinha planos de contar. Mas não seria justo. Você precisava saber, antes de tudo começar. Antes de um arrependimento. — meu polegar apossou-se de seu queixo em um gesto delicado, e furtivo. Queria seus olhos em mim, também. Dei-lhe um selinho, voltando a dar uma mordida em seu lábio.

Maldita hora em que o fiz.

O gosto dos lábios de Shannon eram como heroína para uma viciada, que no caso, tratava-se de mim. O paraíso não pode existir, caso o inferno também não venha junto. Aquela garota havia sido moldada por deuses, mas implementada com a magnificência de demônios. Ela era o ápice da fatalidade, e por Deus!, ainda era uma adolescente. O que será dos meros mundanos ao seu redor, quando atingir a idade adulta? O que será de mim? Umideci os lábios com a ponta da língua, afastando os pensamentos, focando nela, parada, esperando por algum tipo de resposta. — Isso soa bom, mas, não sei se adiantaria, sabendo que não muito distante você estaria, sem essas roupas e debaixo do chuveiro. — um sorriso maroto mostrou-se sujeito para o momento, onde tratei de recolocar a camisa xadrez em meu corpo. Reaproximei-me de Shannon, selando os lábios aos dela, tomando sua mão livre na minha, uma outra vez. Fiz o movimento indicando que voltaríamos para sua casa, tendo uma ideia. Esperei que caminhássemos de volta em um silêncio confortável, aproveitando aquele momento. Não muito depois, chegamos em frente a mansão.

— Vamos fazer o seguinte... Eu vou para casa, tomo banho, e volto a noite. A gente sai pra comer alguma coisa, e depois toma sorvete. O que acha? — olhei para os lados, na esperança de que seu pai não estivesse nos observando de algum ponto estratégico com alguma espingarda ou metralhadora de elite. Estava jovem de mais para acabar morta por querer levar a filha de um assassino em um encontro. — Não sei se você viu, mas no dia que ajudei seu irmão, deixei meu número anotado em um pedaço de papel e coloquei em seu livro de matemática, quando me ofereci para ajudar. Então você me liga e diz se vai ou não, certo? — me inclinei, beijando sua bochecha. Toquei sua cintura, apertando-lhe sutilmente. — Espero que vá. — me afastei, ainda podendo sentir o seu cheiro mexer com cada célula do meu corpo. Eu tinha que ir, ou, acabaria me perdendo no meio do caminho. Nela.



I just wanna look good for you.


Última edição por Dianna G. Overwhelming em Qui Out 22, 2015 6:42 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Qua Jan 13, 2016 6:29 pm

how deep is your love?

Quando você realmente deseja algo, e faz de tudo para conseguir o que almeja, a sua conquista proverá.


O mundo, de fato, era para os mais espertos. Se você não é capaz de fazer sua própria jogada – e ter uma ou mais cartas na manga – considere-se alguém descartável para a sua época. O conhecimento abrange um mundo completamente disponível para suas alterações manuais, podendo – ou não – dominá-lo da forma que desejar. Várias pontes fatoriais podem exemplificar a teoria de que cada de um de nós pode mudar algo, mesmo que minimamente, e ainda sim, tornar esta mudança mínima em um grande feito para a humanidade. O que seria do homem, se não fosse a descoberta da medicina? Qual de nós seria capaz de manter a vida após o nascimento, sem os cuidados devidos? Esta pergunta pode ser constantemente feita, entre estudos medicinais e científicos de algumas outras áreas, mas, a verdadeira questão seria: Quantas pessoas precisaram morrer para o aperfeiçoamento pudesse vir a ser aplicado? Se for capaz de ao menos imaginar uma quantidade para isto, bem, o que acha de tornar-se mestre em sua ciência, para que ninguém tenha de pagar o preço da morte na falta de conhecimento?

Fazer Administração havia sido, de longe, uma surpresa. Com o foco na Fotografia e os pensamentos deixados em Dança, tinha entrado numa aventura na qual um novo horizonte fora exposto em minha frente. Eu poderia unir o útil ao agradável, se aperfeiçoasse os conhecimentos que já tinha. E foi o que vim fazendo durante todo o tempo da graduação. Poderia muito bem ter a minha própria empresa, com fundos nas duas áreas, e ainda me sair como atuante, caso desejasse. A surpresa maior, foi o sucesso cometido durante o curso. As empresas Ohlweiler vinham tendo uma caída em sua busca comercial, tendo em vista o abandono de Daniel, que focava em seus departamentos específicos, esquecendo dos demais conectados com os serviços que fornecia. Sem muitos detalhes, e atuando como herdeira solo já que nenhum outro Ohlweiler mantinha interesses em tomar posse do legado praticamente esquecido, dei-me o trabalho de repercutir em uma obtenção ligeira, com a ajuda de Franz, que cursava direito. O Mensdorff-Pouilly era mordaz. Em menos tempo que o esperado, tinha conseguido libertar as mãos de minha família da papelada, deixando tudo em meu nome, claro, com o consentimento de meu querido pai, o qual parecia feliz em me ver focada no que realmente queria. Visto tudo isso, eu estava disposta em mudar os fatos. Não se passara muito tempo para que eu tomasse uma importante decisão, a qual favoreceria minha vida em dois grandes aspectos:

Eu tinha tudo para ser uma excelente profissional no mercado.

Meu pai ficaria orgulhoso.


Já nos confins do curso, havia posto em prática tudo o que queria e faria, dando corpo à Ohlweiler Enterprise, enquanto me preparava para a graduação. O mundo já conhecia, novamente, as terminações finais do que eu tinha proposto, e já estava sendo eleita uma das apostas do novo ano. E faria jus ao comentário. Como uma das CEO mais jovens da atualidade, já tinha preparado grandes propósitos, e executado um terço para dar início ao que tinha planejado.

[***]

Um leve incômodo alcançava meus olhos de um modo furtivo, leve, apesar de um tanto irritante. Apenas pela forma em que me encontrava – deitada e de olhos ainda fechados – já sabia que estava acabando de acordar. Ao deixar um braço descansar sobre a barriga, notei o corpo coberto por uma fina camada de tecido, tão leve quanto o cheiro familiar inebriando meu olfato. Aos poucos, tratei de abrir os olhos, e ao fitar o teto não pertencente ao de meu quarto, foi impossível conter o sorriso que se espalhava por meus lábios, ainda em sua forma preguiçosa. Além do sexo fantástico, tinha dormido em sua cama. Antes de qualquer coisa, meus pensamentos sucumbiram diante da imaginação de que estávamos em nossa casa, casadas, vivendo uma vida da qual eu não tinha – e nem iria – reclamar. Era surreal, soava como conto de fadas ou romances impossíveis, mas, era a verdade pura e mais sensata para se dizer. Eu amava a mulher a qual tinha passado a noite - todos os seis anos anteriores - no mais clichê das palavras; de tal forma que não cabia em mim.



ohlweiler.
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Qua Jan 13, 2016 11:47 pm

want a ohlweiler?
Open up my eyes and tell me who I am. Let me in on all your secrets, no inhibition, no sin. How deep is your love? Is it like the ocean? Pull me closer, again. How deep is your love? So tell me how deep is your love could it go deeper.

how deep is your love?
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Seg Jan 18, 2016 1:30 am

so crazy is this thing we call love
And now that we've got it we just can't give up.
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Sab Fev 06, 2016 1:21 pm


And if I never see your face again?

Pour voler un cœur, il doit être habilement, doivent être lentement secrètement ne vient pas avec une vengeance, ne atteignent pas le cœur de quelqu'un à la hâte. Doit aborder avec mâcher ses mots, doucement, se en emparer lentement, attentivement. On ne peut pas vous aider à reconnaître qu'il sera volé, en fait, nous devons l'éviter, doucement. Gain cœur de la vérité prend le travail, exige de la patience, ce est comme une courtepointe tissage, se applique un revenu dans une robe, ce est un jardin, se occuper d'un enfant.

Il doit être habilement, avec facilité, de charme, de chaleur et de sincérité. Pour conquérir un cœur certainement avoir du courage et intelligence, mais ne parlent pas de cette intelligence que tout le monde sait que je parle l'habileté des sentiments, qu'il est stocké dans l'âme à tout moment. Lorsque vous voulez vraiment gagner un cœur, il est nécessaire avant que nous avons déjà réussi à conquérir le nôtre, il doit avoir déjà été étudiée en détail, ce qui a déjà été réalisé connaître chaque coin, chaque espace rempli comprendre et accepter chaque espace vacant. .. Et puis, quand enfin ce cœur est gagné quand nous l'avons-nous saisi, sera une partie de quelqu'un qui nous suivront. La moitié de quelqu'un qui sera guidé par nous et nos cœurs va battre à cause de cela un autre cœur.

Ils souffrent hauts et des bas, oui, mais il y aura sûrement des moments, des milliers de moments de joie. Battre de façon irrégulière et souvent savoir pourquoi? Mlle moitié qui ne est pas encore avec nous. Jusqu'à ce qu'un jour, fatigué d'être divisé en deux, ce cœur établit l'autre partie et que quelqu'un volontairement, sans que nous avons besoin de le voler ou le vole livrer moitié nous manquait ... Et ce est ainsi que vous volez un coeur, pas facile? Eh bien, nous volons besoin que d'une moitié, l'autre viendra dans nos mains et être détecté puis voler! Et pourquoi nous trouvons tant de gens pour la vie à l'extérieur qui disent que n'a jamais réussi à aimer quelqu'un ... est simple ... ce est parce qu'ils ne ont pas plus de cœur, ils ont été volés, arraché à sa poitrine, et avec seulement grand amour, elle aura un cœur nouveau, après tout, les cœurs doivent être divisés, et certainement ce grand fossé son amour avec vous.




Never thought I'd ever say we're strangers now
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Sab Fev 06, 2016 1:29 pm

oh, she's
confident
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Qui Fev 18, 2016 7:06 pm


you ain't even see my dark side


post — fala fala fala. — post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post post.

 
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Qui Mar 03, 2016 10:37 pm

I'd love to hold you close
I'm seeing the pain, seeing the pleasure, nobody but you, 'body but me, 'body but us. Bodies together, I'd love to hold you close, tonight and always. I'd love to wake up next to you.
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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Sab Abr 30, 2016 3:22 pm




Feeling you
Sometimes it's hard to do the right thing, when the pressure's coming down like lightning. It's like they want me to be perfect, when they don't even know that I'm hurting. This life's not easy, I'm not made out of steel.
O sorriso sombrio logo apossou-se de meus lábios, enquanto tinha o membro latejante e dolorido - de excitação - guiado até onde ansiava para colocá-lo pela própria Shannon, que demonstrava sinais claros de que estava querendo aquilo tanto quanto eu. A forma em como suas palavras foram ditas, haviam mexido com meu subconsciente. Apertada como uma virgem. Milhares de pensamentos sujos dominaram minha mente naquele momento, mostrando-me mil e uma posições para fazê-la minha naquela piscina. Forte. Se ela estava com a intenção de querer me provocar até o último fio, bem, ela tinha conseguido chegar perto disso. Mas, nós sabemos que, na arte de impor joguinhos sexuais, eu sempre saia por cima. Agora não seria diferente.Forte? — afastei seu corpo do meu, virando-a - mais uma vez - de costas para mim, sem dar-lhe espaço para protestos. — Qual a parte do eu vou foder você, não entendeu? — questionei em seu ouvido, um sussurro sensual, libidinoso. Em um momento de puro tesão, rocei a cabeça do membro duro em seu traseiro, ocupando as mãos ao agarrar o par de seios firmes e durinhos, apertando-os sem o mínimo cuidado. — Está me sentindo, agora? — ainda em um tom de sussurro, perguntei, um sorriso sacana abrindo-se de imediato. — Aproveite enquanto pode. Você vai sair daqui carregada. — como sentença final, murmurei bem ao tempo em que enterrava o membro dentro de sua entrada.

Como apoio, soltei os seios dela, prensando seu corpo na parede da piscina, descendo as mãos até o quadril largo de minha loira, apenas para impulsionar o meu próprio para frente, sentindo uma dificuldade absurda em penetrá-la. Ela realmente estava apertada, como uma virgem, e porra, isso era gostoso pra caralho. — Porra, Shannon. — gemi, não podendo conter o calafrio que havia percorrido minha espinha. Suas paredes internas esmagavam meu pênis, engolindo cada centímetro dele. Minha mente trabalhava no que poderia fazer, tendo que respirar profundamente com algumas ideias - que me pareciam absurdas - que surgiam. Ah, foda-se! Desliguei a mente, deixando-me ser dirigida apenas pelo tesão, pelo desejo, pelo pecado. Empurrei o membro até o fundo de uma única vez, sentindo sua intimidade abrir-se diante dele, para dar-lhe uma passagem extremamente apertada. Apertada demais. Nem quando tinha tirado a virgindade dela, Shannon tinha estado desse jeito. Sem mais, iniciei o vai e vem com o quadril, chocando ao dela com tanta força, que não restava duvidas de que a loura sentiria dores na região, no dia seguinte. Acertava seu ponto máximo a cada estocada, fazendo os movimentos com uma brutalidade moderada. Ainda tinha o cuidado de não feri-la, mas, com certeza a deixaria com dores e marcas por todos os lugares. Ela era minha, e isso ficaria bem visível. Direcionei os lábios até a parte de seus ombros, aplicando uma forte mordida, deixando a marca das fileiras perfeitas de meus dentes. Aquela seria a primeira, de muitas, marcas deixadas no corpo dela. Me concentrei em estocar o membro - o qual inchava por excitação - dentro da intimidade de minha noiva, sentindo que o espaço ali dentro ficava cada vez menor. O pré-gozo sendo liberado dentro, alertando que o que ela tinha dito era verídico. Poderia gozar rápido, mas prenderia até o último segundo que conseguiria.

Com uma das mãos livres, fiz um rabo de cavalo em suas madeixas douradas, agarrando e repuxando os fios para que sua cabeça viesse para trás. Sua garganta exposta, fazendo minha boca salivar. Ataquei primeiro o pescoço, sabendo que era sua região sensível, enquanto a outra mão descia até encontrar seu clítoris, o esfregando ligeiramente, fazendo a pressão certa para acompanhar o ritmo das estocadas brutas. Se me movesse um pouco mais forte, era bem capaz de rasgá-la por dentro. Meu próprio quadril doía um pouco, culpa dos encontrões proporcionados pelo choque entre os corpos, perante a penetração, que ficava ainda mais gostosa ao ter uma contribuição de pressão extra, proporcionada pela água da piscina. Dispus mordidas e chupões por todo o pescoço, migrando os lábios para a nuca, fazendo o mesmo. Parei de me mover, retirando-me de dentro dela, apenas para virá-la de volta. Precisava sentir os lábios cheios e deliciosos, e foi o que fiz. Minha boca encontrou a sua, e logo a língua percorria o perímetro interno, enquanto voltava a - ainda com mais força que antes, mas agora com um pouco mais de cuidado para não machucá-la - estocar.




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Re: Hit me!

Mensagem por Dianna Graeff Ohlweiler em Qui Jul 14, 2016 8:36 pm


black out night

Com tudo devidamente formalizado na prefeitura, um novo acordo havia sido negociado, tendo foco a implementação de alguns eventos importantes que deveriam ser sediados em New York. Claro, a prefeitura não tinha sido o único órgão envolvido, já que muitos gastos viriam a decorrer durante todo o período sede do evento, tais como equipe de saúde, de segurança e equipamentos necessários para a montagem do que fosse necessário. Já nos "finalmente" de todo aquele dia, encontrava-me com ombros e coluna repletos de tensão causadas pelo longo período inclinada sobre a mesa, assinando papéis e revisando linhas minúsculas em alguns contratos ao lado de Jacob Gunningworth, advogado oficial do núcleo da prefeitura nova iorquina. Tudo estava devidamente organizado em seu lugar, todos os funcionários haviam sido dispensados, restando apenas a equipe de segurança particular e a empresarial, contratada para proteção da prefeitura nas vinte e quatro horas do dia. Um tylenol tinha sido entregue para mim, bem quando ultrapassava a sala principal, parando em frente a mesa da única pessoa ali. — Você poderia ter ido embora no horário de sempre, Margot. — não mantive algum contato ocular, sentindo o leve decair do comprimido garganta abaixo. — Obrigada. — com um gesto de mão, tinha indicado que a mulher deveria partir, afinal, estava tarde demais para a estadia no trabalho.

Levou cerca de exatos cinquenta e quatro minutos para chegar em casa, livre de qualquer coisa que tivesse ligações diretas com o trabalho, apesar de quase não haver disso em minha vida. Era o peso de ser prefeita de uma cidade como NYC, mas, obviamente existiam os benefícios, e estes eram muito bem vindos. Ao ultrapassar a entrada larga e extendida da nada modesta mansão, era possível ver uma certa movimentação no andar de baixo da casa, com as portas abertas, e um pequeno vulto correndo pelo jardim. — Sawyer, prenda o Apolo. Prepare-o amanhã pela manhã, leve-o para a vacina mensal e depois deixe-o no Fetch Club. Vou buscá-lo com Claire e Heather a tarde, logo depois que deixá-lo lá, pode tirar o resto do dia de folga. — mentiria se dissesse que lamentava o fato de não poder dar alguma atenção para o labrador animado - ainda que fosse tarde da noite - por minha chegada. O carro parou na entrada, e logo dispus-me a sair, vendo a aproximação de Newtton, um dos seguranças que rondavam a mansão - assim como na prefeitura, vinte e quatro horas por dia - conduzindo-me até a entrada da casa, voltando a ficar ao lado de fora, em seu perímetro de trabalho. Subindo os degraus, sentindo um cheiro maravilhoso dá porta da suíte master da casa. A figura morena em frente ao espelho encontrava-se gostosa - até demais para o meu gosto - exalando o aroma de amêndoas que podia julgar como o meu preferido. — Boa noite, senhora Voss-Ohlweiler. — chamá-la assim era uma coça ao meu ego, tendo uma mulher como Heather para chamar de minha esposa. De todos os méritos que eu já havia tido na vida, com toda certeza, ela era o melhor deles.

Vou tomar um banho e me trocar. — avisei, passando os braços em torno de sua cintura, inclinando o rosto para selar os lábios no pescoço moreno e cheiroso, sentindo-me presa naquela mulher. Eu realmente tinha uma queda por aquele aroma, mas não em qualquer pessoa. Nela, exclusivamente. Caminhando até o banheiro, observei que minha roupa já estava devidamente separada em cima da cama, com todos os acessórios e combinações que tinham sido designados para a noite: um vestido preto com fenda ao lado direito e um decote em v, um cinto dourado com formas geométricas simples e duas correntes em cascata circular. — Onde está a mulher mais linda dessa casa? — pergunto-lhe, em um tom risonho enquanto ia para o banho. Claire não estaria conosco, por ser um evento para adultos em um ambiente inapropriado para crianças. A pequena princesinha sempre ficava com os avós em ocasiões como esta, seja na casa deles, ou na nossa, com eles aqui. Restava apenas saber. Pouco mais de trinta minutos, encontrava-me vestida e maquiada, pronta para a noite. O salto não era tão alto - ou acabaria ficando estranhamente alta demais - preto como o vestido, este, que havia caído como uma luva. — Vamos. — voltei a aproximar-me de minha esposa, mas antes, tocara-lhe o rosto com o polegar abaixo do queixo delicado, erguendo a face latina para mim. Pressionei os lábios aos dela em um selinho longo, contendo-me para não passar daquilo, ou certamente nos atrasaríamos e Heather reclamaria de uma possível "desmontagem da maquiagem", o que me fizera prender um risinho em meu consciente.

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